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"Sabedoria é a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o conhecimento." Pv. 4.7




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Cristão não-praticante?


Autora: Merabe Bichara

14/Out/2015

Ser cristão tornou-se tão simplista que algumas pessoas têm coragem de dizer que são cristãos “não-praticantes”, o que é isso? Uma forma de fugir da responsabilidade de praticar obras boas ou seria uma forma de apenas dizer que é algo? Mentira de quem diz que é cristão não-praticante, pois não é possível o ser.

 

Eu não posso dizer que um ato jurídico é ilegal, pois sendo ilegal não pode ser um ato jurídico, vez que este deve estar no ordenamento jurídico e isso implicaria em sua legalidade. Assim também para ser cristão deve-se agir como cristão e não ser um mero crente em Cristo (sem dizer os que se dizem cristãos e duvidam até mesmo da vinda de Cristo).

 

Ser cristão significa ser seguidor de Cristo (Atos 11:26), quando somos seguidores de alguém possuímos essa pessoa como um mentor, o que nos faz tornarmos totalmente dependentes de seus conselhos, agindo o mais próximo possível de como aquela pessoa age. Jesus Cristo veio à Terra como homem, foi tentado como homem e foi capaz de não pecar como homem, desta forma, o mais próximo que um cristão pode achegar-se de Cristo é fazendo o máximo para não pecar e também obedecer aos ensinamento e mandamentos deixados por seu mentor, Cristo.

 

Os mandamentos são inúmeros, podemos coleta-los em todos os evangelhos. Entretanto, por mais numerosos que sejam, podem ser facilmente resumidos em dois, quais sejam: amar a Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento e amar o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22:36-40).

 

Amar a Deus ficou tão bonito de falar hoje em dia, que todos repetem que o amam como papagaios repetem “loro”. Amar a alguém nos obriga a não magoar este alguém e, no caso de Deus, não digo magoar como magoamos a um homem, mas a um criador. Acontece que dizer que amamos a Deus é tão simples como para o papagaio, o que difere um de outro é o que fazemos com o que falamos. Já amar ao próximo não é uma frase que ouvimos a todos dizerem em 1° pessoa. O mais intrigante é que não é possível amar a Deus e não amar ao próximo, são incompatíveis. Para amarmos a Deus, necessariamente devemos amar ao próximo (próximo: todos seres humanos, tanto bons quanto maus, leia Lucas 10:29-37 e Mateus 5:44-48).

 

O que estou tentando dizer é que precisamos realmente amar ao próximo para sermos cristão, e que não é possível o ser sem o fazer. De que adianta ir à igreja quando, ao passar na rua e ver uma pessoa necessitada, não parar para falar de Cristo e do amor dEle por aquela pessoa? Não é fácil para ninguém ser uma pessoa excelente, mas nós temos ajuda, e uma ajuda divina.

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